3 - Ausências do Psicoterapeuta:
repercussões eformas de lidar
Fundamentos
Algumas noções básicas
podem alicerçar justificativas da conduta do psicoterapeuta
em suas ausências na atividade grupal. Podemos alinhar
alguns fundamentos psicodinâmicos:
1. É indubitável
para o psicoterapeuta preservar a incógnita analítica,
ou seja, permanecer estranho ao seu paciente, não dando
a conhecer a sua personalidade tanto quanto seja possível,
uma vez que o processo analítico grupal se desenvolve
na base das fantasias inconscientes, que o paciente faz de
seu psicoterapeuta.
2. Quanto mais conhecer
o seu psicoterapeuta, tanto pior será para o paciente,
porque suas fantasias inconscientes ficarão encobertas
por acontecimentos racionais, impedindo o psicoterapeuta de
ser a figura desconhecida, que poderia ser utilizada, com
êxito, na análise da transferência.
3. Não é prudente,
até profundamente errado, psicoterapeuta capitalizando
seus contatos sociais e amizades para criar clientela.
4. Gratificações
narcísicas recíprocas, psicoterapeuta-paciente,
conduzem ao mau uso inconsciente das relações
transferenciais e contratransferenciais, uma vez que narcisismo
não resolvido é ameaça à identidade
de um e de outro.
5. Contato social pode transformar-se
em reforço de expressão de poder do psicoterapeuta,
cuja presença, baseada na idealização,
pode constituir ameaça básica à identidade
do paciente.
6. Funcionamento institucional
grupal avançando sobre reunião social, pode
constituir instrumento de curiosidade do aluno em relação
à mente do didata, bem como atmosfera de corruptilidade,
destruindo sistema de valores do discípulo, incluso
autonomia e julgamento.
7. Contatos entre psicoterapeutas
e pacientes podem propiciar à estes, recusa em reconhecer
a dinâmica inconsciente, ensejando especulações
intelectuais, como fugas dos significados profundos das mudanças
intra-psíquicas.
8. A aproximação
social, ao tornar excessiva a idealização, pode
servir ao psicoterapeuta:
a) como defesa contra a ansiedade persecutória; b) como proteção pela inocuidade
dos ataques do paciente; c) como amparo de suas manifestações
narcísicas; d) como redução do processo
analítico grupal à uma dominância da transferência
positiva.
9. O contato social,ao aumentar
a cisão entre figura idealizada e figura persecutória
do psicoterapeuta, impede a integração e constitue
falência do processo.
10. O acercamento psicoterapeuta-paciente
não pondo fim a relação anaclítica,
conduz à algo parecido como peça burlesca de
teatro, ou seja, à uma farsa conhecida como “síndrome
do grande psicoterapeuta e do grande analisando”, tornando
a análise interminável.
11. É necessário
por témino ao mecanismo onipotente do psicoterapeuta,
que se supõe o Sujeito do Suposto Saber, de que todo
material colhido antes, durante e depois das reuniões
sociais seja analisável.
12. Todo grupo cresce, se
desenvolve, torna-se cada vez menos dependente, desde que
não espere de volta o seu Self do rosto do psicoterapeuta
e dos demais membros. O grupo é, ao descobrir seu próprio
Self, muito mais do que existir.
13. O psicoterapeuta não
é mais o pai, assim também não é
como o pai, perde sua “vanitate” e presunção.
14. Ao final do processo
ou bem antes, esvazia-se no psicoterapeuta o desejo de ser
excessivamente admirado, em autêntica fascinação
narcísica.
15. Vida grupal não
é contubérnio. Falsos psicoterapeutas com argumentos
astutos e raciocínios defeituosos, intencionalmente
feitos, provocam cegueiras para ocultar deslizes da incógnita
analítica. Sem ética, ou seja, sem cumprir deveres
com a técnica grupal, desenvolvem estilos de clínica
corruptível, narcísica e exibicionista.
Deslizes, clientelismos e suas correções
Não há psicoterapeuta analítico
de grupo que não seja tentado à comemorações
festivas ou conduzido à encontros sociais de tristeza.
Evita-os por respeito à evolução do paciente,
preservando os fundamentos psicodinâmicos da técnica.
A nossa função, por essa razão, não
é compreendida. Ela é difícil, frustrante
e dolorosa. Não é social, no sentido estrito.
Distingo, nesses propósitos, dois
tipos de psicoterapeuta: o verdadeiro e o falso. O primeiro,
respeita o paciente, sente dentro de si a dor por estar ausente
nesses episódios e respeita-se mantendo o seu estilo
dentro da técnica, não a deformando. O segundo,
o psicoterapeuta falso, não respeita o paciente ao
virar as costas para os fundamentos que acabo de relatar,
negando e fugindo de suas responsabilidades ao dar apoio,
segurança e sugestões por ser narcísico
e clientelista, misturando seu estilo com técnica,
deformando-o e deformando-se.
Biscoitos, biscoitinhos, bolos, bolinhos,
beijos e beijinhos, vinhos, champagnes, etc.(quando na admissão
em empregos, promoções, sucesso nos vestibulares,
batizados, aniversários, noivados, casamentos, etc.),
usados nos ambientes das sessões de grupo, são
comemorações de grandes e inegáveis feitos,
realizações significativas dos pacientes. Mas,
transformadas em apoio e segurança, conspurcando o
âmago do processo analítico grupal, cunhando-o
com a insígnia heráldica denominada entre aspas,
pela reprovável sedução narcísica.
Literatura impudica ou cheia de nódoas
é aquela em que o psicoterapeuta distribui os seus
trabalhos científicos, bem como noticía suas
aulas, cursos, congressos, etc. aos seus clientes em verdadeiro
delírio narcísico.
Esses registros podem ser caracterizados
por intrigas, pois não derivam de minhas observações
diretas. “Excusem-me”. São de pacientes
alucinados, com grande capacidade de distorsão e de
psicoterapeutas neófitos, em supervisão comigo,
confessando não conseguir manter o processo grupal
em nível inconsciente, descambando para os festivais
do mundo racional.
Minhas denúncias são alertas
para aqueles que começam. Não passa pela minha
mente que experimentados psicoterapeutas possam cair no abismo
das infantilidades do clientelismo barato.
Os impedimentos de presença do psicoterapeuta
podem ser justificados por telegramas. Presume-se nele, razoável
coesão egóica para suportar dolorosas frustrações
pela sua ausência, em benefício do analisando,
no andamento do seu processo grupal.
Marta, quando noiva de Freud, sentia-se muito preocupada com
a interrupção brusca que Bleuler imprimira com
uma sua paciente. Freud esclareceu-a, que tal ansiedade não
tinha fundamento, uma vez que ele não era Bleuler.
Isto significa que cada psicoterapeuta de
grupo tem o seu estilo, desde que não invada a técnica
com os seus sofismas, distorcendo e ferindo os postulados
da investigação do inconsciente.
Justificativas e Neuroses
Costumo usar a palavra impedimento quando
ocorrem minhas ausências, via de regra muito raras,
pois, pela graça de Deus tenho desfrutado boa saúde.
O episódio pessoal do dia 11 de dezembro último,
que vou me referir mais adiante, interrompeu essa seqüência
saudável.
É de minha formação
pessoal e familiar a responsabilidade dos compromissos que
assumo. Quando exerci, por muitos anos, clínica médica
e gastroenterológica me incomodavam os meus atrasos,
sem perceber as causas. As análises a que me submeti
esclareceram-me e abriram-me portas para reconhecer a importância
e o significado do ser humano.
Certa feita, há muitos anos, já
psicanalista, fui abordado por ascensorista, que me servia
em antigo consultório, dizendo-me: ...”quando
o senhor chega, posso acertar o relógio...”.
Alguém me alcunha de exagerado quando
tenho prévio conhecimento que vou atrasar quinze minutos
para início de uma sessão, quando ainda é
possível avisar o paciente. Procuro me articular pelo
telefone comunicando o meu impedimento. Se sei antecipadamente
desse atraso por que fazê-lo esperar? Para mim representa
indesejável desconsideração. Esse é
o meu estilo. Já ouvi de pacientes, afirmarem não
ser necessário tal providência. Mais tarde, esses
mesmos pacientes reconhecem minha conduta como procedente,
afirmando que essa maneira deveria ser de todo ser humano
para com outro. Respeito, consideração, importância
dos minutos que cada um tem em sua vida, confiança
pela existência do próximo e responsabilidade
pelo trabalho.
É possível, reconheço,
haver exageros. De certa feita, paciente mais neurótico
obsessivo-compulsivo do que eu, ao entrar para uma sessão,
logo aberta a porta, aponta para o seu relógio e me
diz: “o senhor está adiantado sete segundos”.
Em outra sessão, alguns dias mais tarde, repete: “o
senhor está atrasado cinco segundos”. Para acabar
com a competição neurótica analista-paciente,
procedo com o material associado, uma interpretação
e o fenômeno não mais se repetiu.
É significativo, como aconteceu comigo, esbarrar com
alguém que te repete. Esses pensamentos obsessivos
são egodistônicos e foram objetos de minhas análises.
Ruminações e presunções obsessivas
são variedades de obsessões. Ruminação
envolve meditação, reflexão, cisma ou
ponderação. Posso engajar-me num pensar vago
e repetitivo de natureza filosófica, interrogando-me:
“o significado de minha vida é maisimportante
do que o significado da vida do outro?” “Serei
capaz de entender o significado da vida de meu paciente?”
“Quem sou eu para não cumprir a tarefa do contrato
que estabeleci?” São fenômenos mentais
que me envolvem e procuro, pela auto-análise, dar pelos
meus sentimentos e pensamentos soluções à
esses conflitos.
Claro, que estão pensando que esses
conflitos não constituem apanágios dos pacientes.
Repetem-se com os psicoterapeutas, mas não com o Sujeito
de Suposto Saber, omisso, escondido, medroso, temendo revelações
causadoras de feridas narcísicas.
Não vamos fugir do assunto. Vamos
enfrentá-lo. Sintomas de estrutura de caráter
obsessivo estão em minhas atividades como psicoterapeuta,
como analista, como professor e fundamentalmente como pessoa.
Vamos retirar rituais de títulos que nada significam
quando se fala da gente. Em um dos pólos da minha vida
posso me sentir razoavelmente organizado, produtivo e consciente
de minhas responsabilidades. No outro pólo desse espectro,
posso escorregar com ordem excessiva, parcimônia e as
vezes, insistindo com o meu modo de pensar. Procuro evitar
que essas manifestações impeçam o meu
agir de forma construtiva, em função da dúvida,
da indecisão e da procastinação. Esses
conflitos envolvem culpa e ansiedade.
Juntam-se impulsos, afetos e, por vezes,
fantasias inaceitáveis que permitem levantar defesas
do Superego que podem se voltar com severidade contra tais
manifestações. Posso regredir à um nível
anal sádico. Culpa mais intensa pode aparecer adicionadas
aos conflitos Superego-Id. Esses conflitos comigo não
se intensificam, porque senão eu poderia ter algo mágico,
acreditando o meu pensamento igual ao ato. Tranqüilizem-se!
Isso, presumo, não acontece comigo!
Às vezes, posso caminhar para um deslocamento
com intelectualização, formação
reativa, mas posso tornar sem efeito com pensamentos e ações.
Esse mergulho pessoal pode provocar turbulências
nas mentes de pessoas que têm ilusões para comigo.
Sucedem-se, evidentemente, desilusões, seqüência
normal na vida de cada um.
Episódios Pessoais
No episódio de 11 de dezembro último,
comecei a sentir-me indisposto antes de meus dois últimos
pacientes do período da manhà, desse dia. Astenia,
sudorese e atordoamento não me impediram de atendê-los.
Por minha sorte eram pacientes de fácil comunicação,
bastante afetivos, correndo às soltas as emoções
transferenciais e contratransferenciais. Com esse dinamismo,
consegui concentrar-me neles, continuar até o fim do
expediente, valendo-me desse pensamento com propósitos
de negar a gravidade de meu estado. Outro mecanismo de defesa
surgiu. Teria tomado medicação anti-hipertensiva
duas vezes seguidas, no período da manhã.
Transportado para minha residência,
os achados clínicos e eletrocardiográficos sustentavam
espasmos coronarianos com obstruções de dois
vasos na ordem de 40 a 60%. A gravidade de meu caso impunha
transporte de ambulância para um pronto-socorro.
Não posso deixar de registrar uma
fantasia. Trabalhei vinte e cinco anos no Hospital das Clínicas
como clínico, depois como gastroenterologista e mais
tarde responsável por unidade de psicossomática.
Neste ínterim, fui chefe dos estagiários. Internei
colegas, suas esposas e parentes. Minha fantasia era, que
quando necessitado, o meu ingresso nesse Hospital seria o
mais fácil possível. Pasmem! Permaneci várias
horas em minha residência. Não havia vagas em
nenhum Pronto-Socorro de São Paulo! Pela ajuda de Deus,
de meus familiares e de meus dedicados colegas, consegui uma
vaga. Lá fui eu para o Pronto-Socorro do Hospital das
Clínicas como paciente, ao lado de muitos humildes,
que eu costumava atender.
Todos os meus pacientes receberam comunicação
de meu impedimento. Todavia, do Pronto-Socorro fui para a
Unidade Coronariana, onde me submeti a exames subsidiários.
Oito dias depois, impunha-se cirurgia cardíaca: revascularização
do miocárdio e prognóstico de afastamento do
trabalho por dois meses.
A palavra impedimento usada até então, não
tinha mais sentido. A realidade foi transmitida, pelo telefone,
para todos os meus pacientes, sem qualquer exceção,
com todos os pormenores que desejassem saber. Durante dois
meses, meus pacientes demonstraram ternura, carinho e muito
amor para comigo.
O Feitiço Virou Contra o Feiticeiro
Penso e falo, sobre os sintomas e seus significados,
de meus pacientes psicossomáticos em aulas, seminários,
conferências, cursos e congressos. Chegou a hora de
falar de mim mesmo: o feitiço virou contra o feiticeiro.
O meu desejo de agrado, de mimo que antes
ansiava, fora capturado pelo coração, o órgão
que adoeceu, envolvendo inconscientemente o que eu pretendia.
O coração drenou tudo para
si, escondeu os meus sentimentos, encapsulou minhas emoções
profundas, separou-se do resto do corpo, do meu mundo inconsciente,
como se ele fosse posto para fora do circuito. Eu estava com
uma enfermidade psicossomática que reduzia ao silêncio
meu afeto inconsciente. Minha dor psíquica fora eliminada.
Sobrevinham sofrimentos físicos. O corpo falava. A
boca emudecia.
De repente, uma transformação:
o soma parece ser um túmulo para o meu psiquismo. De
um lado, mágoas pelo sofrimento, pelas minhas culpas
e pela dó de mim mesmo; de outro, lamentações
pela impotência do meu Ego.
Como ironia lúgubre, comigo mesmo,
poderia imaginar uma lápide com a seguinte inscrição:
“aqui jaz - eu mesmo - um sujeito e não um indivíduo
- aléxico e atímico”, sem palavras e sem
emoções.
Repercussões com os Pacientes
Procurei estudar as repercussões de
minha ausência de dois meses nos grupos, considerando
apenas o tempo de duração do processo grupal,
sem levar em conta as características clínicas
dos pacientes.
Procedi uma divisão em três
níveis. No primeiro nível, analisandos com alguns
meses até um ano de duração do processo.
No segundo nível, pacientes com dois a três anos
e no terceiro nível, com quatro ou mais anos.
No primeiro nível, alguns se interessaram
pela minha evolução clínica (70%), outros
não fizeram qualquer demonstração de
solidariedade (30%). Destes, três abandonaram o processo,
sem qualquer comunicação, embora fossem esclarecidos
sobre minha evolução clínica e avisados
de meu regresso ao trabalho.
No segundo nível, quase todos fizeram
demonstrações de interesse, menos dois; destes,
um retornou ao grupo e o outro abandonou-o.
No terceiro nível, apenas um não
manifestou interesse. Abandonou o processo grupal sem qualquer
explicação, mesmo inquirido por pessoa habilitada,
que me representava. Todos os demais mostraram vivo interesse
através de cartas e telegramas. Cerca de 10% mostraram
desejo, em me visitar, na residência.
Como se percebe, maior número de defecções
ocorreu no primeiro nível. Pacientes de alguns meses
até um ano pareceram não suportar separação
prolongada em função de provável fantasia
inconsciente de morte do psicoterapeuta.
No terceiro nível - pacientes de quatro ou mais anos
- mostram significativo desenvolvimento do Self grupal. Observa-se,
quanto mais coeso o Ego do grupo, quanto maior o interesse
pela existência do outro, mais numerosos os impulsos
de estar no lugar do outro, vivendo alegrias e tristezas,
portanto maior integração e progresso do grupo.
Particularizo agora, os pacientes que desejaram
fazer visitas em minha residência. Agradeci, muito comovido,
mas não os incentivei para tal interesse. Explico.
Minha recuperação foi lenta e penosa. Apesar
de incentivado pelos meus, a disposição para
receber e falar com os outros era precária. Não
tinha forças. Uma desilusão para mim e para
os demais, realidade que não podia me furtar. Decidi,
por foro íntimo, não receber qualquer paciente
em minha casa. A astenia era muito pronunciada, ocorrência
comum entre os “recauchutados”como eu. Muitos
amigos, os mais chegados, perceberam que eu não tinha
condições de receber.
Gratidão
Sou muito grato à todos os meus familiares,
amigos, colegas, pacientes, funcionários do INCOR e
ao Prof. Adib Jatene pela revascularização do
meu miocárdio, que propiciou nova vida para mim, com
muita energia e loquacidade. A todos minha profunda e imorredoura
gratidão.
Uma pessoa para mim, muito especial, merece registro no final
desta comunicação. Há muitos anos, procurou-me
no consultório para análise pessoal. Seguiu-a.
Ao final, interessa-se por psicoterapia analítica de
grupo. Ingressa no Instituto. Elege-me como seu psicoterapeuta
analítico de grupo. Termina o curso e obtém
o almejado título, que o Instituto confere.
Estuda, trabalha e progride na clínica
de moléstias do coração. Ei-lo no cargo
de Chefe do Serviço de Eletrocardiografia do INCOR
e mais tarde defendendo tese de doutoramento em Cardiologia.
Esse homem simples, modesto, humilde, não
usando palavras com efeitos desnecessários, personalidade
fecunda, generosa, mente coerente, sincera e com arcabouço
intelectual invejável, acolheu-me no INCOR. Acompanhou-me,
diariamente, com duas e três visitas por dia, enquanto
lá estive internado. Mostrou dedicação,
ternura e amor para comigo.
Ex-aluno, ex-paciente. Uma pessoa peculiar,
um grande amigo, meu médico: Carlos Alberto Pastore,
meu reconhecimento e gratidão.
*****************
* Trabalho apresentado no dia 7 de novembro de 1992 na VIII
Jornada de Psicoterapia
Analítica de Grupo da Sociedade Paulista de Psicoterapia
Analítica de Grupo.
** Professor Analista-Didata Titular das Disciplinas “Obras
de Melanie Klein”, “Obras de
Winnicott” e “Psicoterapia Analítica de
Grupo” do 2º ano do Curso Fundamental do Instituto
de Psicoterapia Analítica de Grupo, de São Paulo.